segunda-feira, abril 16, 2007



The way you wear your hat
The way you sip your tea
The memory of all that
No, no they cant take that away from me

George and Ira Gershwin, cantado por Billie Holiday


É provável que já tenha abordado o tema (mas não me vou dar ao trabalho de ler tudo o que escrevi para trás para confirmar…) a nossa memória, enquanto existir é o nosso melhor património, onde estão guardadas todas as pessoas que nos marcaram, umas com quem convivemos longamente e morreram outras que passaram fugazmente e seguiram outros destinos, mas que deixaram marcas profundas.
Somos a soma daquilo que os genes determinaram e das experiências que vivemos, dos exemplos que nos deram e daquilo que aprendemos por interacção social.
O “eu” é a memória de mim.
Perder a memória é deixar de existir. É perder tudo o que possuímos.
Isto tudo a propósito de uma frase do Jorge Luís Borges: “somente possuímos o que perdemos; esse é o encanto do passado e que o presente não tem”

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