
Ah! Afinal não é um défice meu…
Comecei a ler um livro: “quem nos faz como somos” de J.L.Pio Abreu.
Já alguém me tinha referido que era muito interessante um livro anterior deste senhor que é psiquiatra. E, a leitura na livraria, do prefácio feito pelo Carlos Fiolhais, forneceu-me o impulso final para a compra.
E fiquei feliz, porque descobri logo na introdução, que aquilo que julgava ser um gap nas minhas competências cognitivas, não é mais que uma impossibilidade.
Estou a falar da incapacidade de compreender as mulheres.
Diz o autor: “A motivação para escrever (o livro) nasceu da necessidade profissional de compreender identidades diferentes da minha, nomeadamente a feminina. Devo confessar que tal compreensão é impossível”
Haja Deus!
Já alguém me tinha referido que era muito interessante um livro anterior deste senhor que é psiquiatra. E, a leitura na livraria, do prefácio feito pelo Carlos Fiolhais, forneceu-me o impulso final para a compra.
E fiquei feliz, porque descobri logo na introdução, que aquilo que julgava ser um gap nas minhas competências cognitivas, não é mais que uma impossibilidade.
Estou a falar da incapacidade de compreender as mulheres.
Diz o autor: “A motivação para escrever (o livro) nasceu da necessidade profissional de compreender identidades diferentes da minha, nomeadamente a feminina. Devo confessar que tal compreensão é impossível”
Haja Deus!

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